Bom hoje resolvi ler mais que um único capítulo...
Após um delicioso jantar, todos estavam mais alegres e começaram a conversar, descobriram amigos em comum, contavam piadas e se divertiam.
No centro da mesa de jantar havia figuras de porcelana, eram soldadinhos, e o interessante é que o nome era Ilha do Soldado. Eram dez soldadinhos, Vera lembrou do poema infantil que havia em seu quarto, todos afirmaram ter em seus quartos também. Acharam a idéia super divertida.
Um silêncio profundo tomava conta da ilha, de repente resoou uma voz inesperada acusava cada um dos moradores que se encontravam na casa de terem cometido um crime:
* Edward Armstrong, de ter causado em 14/03/1925, a morte de Louisa Mary Clees.
* Emily Brent, de ter sido responsável pela morte de Beatrice Taylor, em 05/11/1931.
* William Blore, de ter levado à morte James Landor, em 10/10/1928.
* Vera Claythorne, de ter assassinado, em 11/08/1935, Cyril Hamilton.
* Philip Lombard, de ter sido culpado, em ?/02/1932, pela morte de 21 homens, que pertenciam a uma tribo da África Oriental.
* John Macarthur, de ter, em 14/01/1917, enviado de propósito o amante de sua mulher, Arthur Richmond.
* Anthony Marston, de ter sido, no dia 14/11, culpado pelo assassinato de John e Lucy Combes.
* Thomas e Ethel Rogers, de terem sido, em 6/12/1929, os causadores da morte de Jennifer Brady.
* Lawrence Wargrave, de ter sido responsável pelo assassinato de Edward Seton, em 10/06/1930.
E quando acabara de citar as acusações perguntou se alguém teria algo a alegar em sua defesa. A voz calou-se e houve um momento de silêncio profundo, ouviu-se somente o barulho da bandeja de café que se espatifara no chão e um grito de Sra. Rogers que se encontrava caída no chão.
As perguntas não paravam de surgir, as dúvidas dos moradores da casa eram cada vez maiores e mais numerosas.
Lombard abriu uma porta ao lado da lareira e encontrou um gramofone, e quando reajustou a agulha no disco todos ouviram a voz novamente.
Agora surgira outra dúvida: Quem foi a pessoa que ligou o gramofone?
O juiz Wargrave perguntou à Rogers se ele havia ligado o gramofone, Rogers assuntado confessou que havia sido ele que ligara, mas que apenas obedeceu às ordens do senhor Owen.
Todos se assustaram ao saberem que Rogers recebera ordens para ligar o disco com aquela terrível voz.
Dr. Armstrong e Rogers levaram Sra. Rogers até o quarto para que pudesse descansar do susto que havia levado.
Tony Marston levantou-se, pegou a bandeja de bebidas e serviu-as a todos.
Aos poucos foram percebendo que ninguém conhecia o senhor Owen e que todos haviam recebido cartas de pessoas que afirmava as conhecer.
Calmamente um a um, foram se justificando e explicando o porquê de estarem ali, na Ilha do Soldado. Perceberam que aquela misteriosa voz não havia sitado em momento algum o nome de Davis e que ele era William Blore.
Lombard falou que além dele não se chamar Davis ele não veio de Natal.
Blore se justificou dizendo que era ex-funcionário do Departamente de Investigação Criminal e afirmou que fora contratado pelo senhor Owen para vigiá-los. Todos ficaram assustados, não pensavam que estavam sendo vigiados.
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